No dia seguinte, no CT da Barra Funda, o meia relatou as dores, e a fisioterapia do clube iniciou os primeiros procedimentos. Três dias depois, ao retornar para corridas no gramado, as dores seguiam e o inchaço não diminuía.
A alternativa encontrada, então, foi levá-lo a um especialista de tornozelos, que identificou uma sinovite no local, problema crônico que pode causar um derrame na área afetada. O trauma impede alguns movimentos, por exemplo.
A partir deste momento, Nikão passou a tomar medicamentos específicos e também fez trabalhos direcionados para reduzir o trauma. O tempo de recuperação ficou estimado em mais quatro semanas depois dessa consulta.
Em meio a esta recuperação, um pequeno cisto na parte de trás do tornozelo foi encontrado em um ultrassom. Segundo o clube, porém, ele não tinha nenhuma relação com a sinovite e é comum em muitos casos de jogadores de futebol.
m um procedimento no próprio clube, o cisto foi retirado na última sexta-feira com uma agulha, drenando o líquido que estava ali.
Praticamente sem dores, Nikão voltou a correr no gramado do CT da Barra Funda nos últimos dias, e o clube espera que ele comece a transição para trabalhos com o grupo na próxima semana. Ainda não há uma expectativa de quando ele irá retornar aos jogos.
No Athletico, Nikão sofreu pouco com lesões durante os sete anos em que esteve no clube. Em todas as temporadas ele teve mais de 35 jogos e conseguiu sequências como titular. Em 2021, por exemplo, foram 51 partidas disputadas e 11 gols marcados.
Já no São Paulo, seu início tem sido complicado. De 39 jogos, ele esteve disponível em apenas 20, pouco acima dos 51% de presença.
Ele não enfrenta o Palmeiras, nesta quinta-feira, às 20h (de Brasília), no Morumbi, pelo primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil.

Comentários
Postar um comentário